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Hoje Levo a Vida a Cantar


Hoje partilho o que cantava em pequeno. Alegrou o meu passado mais triste...Cantava-a sem saber o que dizia, embora sentisse sempre que algo se transformava.Hoje espanto meus fantasmas cantarolando ou escrevinhando...
Hoje - em era digital - veio ao meu encontro sem lhe pedir, acorda-me a nostalgia que me atormenta. Hoje - a passar do meio século - finalmente entendo o que em pequeno não entendi. Arrependo-me de não ouvir que a Vida se passava a cantar, que o "En Chantant" transformava tristezas em alegrias, solidões em companhias, pesadelos em alívios; sentia que tudo em mim se resolvia cantando; não percebi que o Michel Sardou fez parte de um inocente passado, me acompanhara na vida, me ajudara nos dilemas...
Sempre levei a vida a cantar sem a devida importância das letras, hoje levo a Vida a cantar diferente de ontem. Hoje aprendo que cantar é escrever algo para os outros, é ajudá-los, alivia-los...lição retirada com este reencontro musical...
Hoje e…
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Uma Resposta da Vida
As respostas que procuras estão na vida que escolhes; sem tempo, hora e lugar, germinam da semente que lanças.
Acontecimentos são frutos das sementes lançadas na real sementeira, a Vida; desejos como; saúde-doença – felicidade-infelicidade, prazer-amargura, paz-guerra, sucesso-derrota, alegria-tristeza, animo-desanimo; são ingredientes que cada Ser escolhe para a sua vida, com influência nos demais. O Homem institui o seu lugar na Vida, pelos seus intrínsecos resultados e consequências, constrói o seu presente como da comunidade. Sem mais delongas ou cepticismos, todo o passado e presente são acontecimentos e consequências que a Humanidade obtém como respostas. Por não conseguir viver sem intriga, poder, subversão, ganância…é “normal” culpar a Vida de todos os males, fazê-la mais madrasta do que Mãe.

Insólito Encontro

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Numa aldeia Indiana, o insólito aconteceu. Uma enorme cobra Rei, a mais venenosa do reino dos répteis, foi ao encontro do seu maior inimigo; o Homem. A maior causa de mortes na Índia, quando em situação de ameaça ou evasão do seu território, é a mordedura deste réptil.
Na anormalidade deste tipo de encontro, o insólito aconteceu. Como se pode ver no vídeo, o réptil prostrado frente ao inimigo, de cabeça hirta e sem intenções de atacar, chamou a atenção de peritos em resgates de cobras.
O que lhes chamou mais a atenção foi a sua postura e falta de stresse, para quem as conhece, seriam de iminente ataque, o que não aconteceu. Pela inacção do réptil deduzem que estaria ali em estado de “súplica” e não para um confronto de morte.
Naturalmente morreria se não fosse decidido experimentar dar água. Dentro dos parâmetros de segurança, um dos experientes segurava a cauda e o outro, com um gancho de captura como defesa, dava-lhe de beber pela garrafa; tal animal de estimação.
O insólito encontro a…
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O Poder do Silêncio
Chegou o tempo de acabar o longo silêncio neste blogue; finalizou a viagem para entender a muita berraria, vingança, atropelo, desrespeito (…), neste quotidiano viver que agora termina, numa lição de vida - mais uma.

Agora somos o instante, logo não o seremos.

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Agora somos corpos refletidos, logo não o seremos.
Foram anos a vê-lo ali, de cigarro na boca, a olhar para quem passava defronte da sua montra, com chuva ou sol, frio ou calor aquele pedaço de passeio era dele e dos interessados no material que vendia. Ali se manteve fiel ao negócio até ao dia da notícia... É simples...naquele passeio do meu quotidiano, de um dia para o outro, desapareceu a sombra que o ocupava… Dos corpos saem negros perfis, nos espaços onde pousam, a luz desenha e divide-os em pequenas ou grandes sombras, de trás para a frente acompanham o solitário caminhar do Ser que, por vezes, de tão distraído que anda, nem dá conta da sua e de outras presentes silhuetas. Quando as olha se assusta, aterroriza ou maravilha-se dando conta do que agora somos, negros quadros saídos da luz, logo não o seremos.

Novo Ano

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Entrados no novo ano, é meu desejo que Vós, seguidores deste blogue “O Meu Quotidiano”, e leitores passantes, estejais bem ou melhor do que eu, pelo menos é sincero o que acabo de desejar.

Silêncio em O Meu Quotidiano

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Os prolongados silêncios, emO Meu Quotidiano, não são falta de ideias do autor, pois estas abundam no seu dia-a-dia, são estádios de vida a atormentarem o seu espírito, afastando-o do seu quotidiano viver. São também consequências de convites, à participação literária noutros locais, que o desviam deste idealizado lugar de conversas entre pensador e leitor. Sucedem por isso estas devidas justificações. Não que lhe tenham chegado semelhantes pedidos, estas acontecem pelo respeito de este para com os outros.
O País e Mundo, relações e família são objeto dos vários interregnos na escrita. O autor vive momentos incertos, por muito que só pense no exato, é-lhe difícil conjugar ideias e um místico desassossego. É Portugal que vive um dos seus piores marcos da História, por via de uma idealizada crise monetária e Social. O restante Mundo segue em espiral catastrófico, guerras, raiva e mais pobreza. Familiarmente, uma corrente de novos tempos, o concentram em adaptações de vida. Afastou-se da…