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Insólito Encontro

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Numa aldeia Indiana, o insólito aconteceu. Uma enorme cobra Rei, a mais venenosa do reino dos répteis, foi ao encontro do seu maior inimigo; o Homem. A maior causa de mortes na Índia, quando em situação de ameaça ou evasão do seu território, é a mordedura deste réptil.
Na anormalidade deste tipo de encontro, o insólito aconteceu. Como se pode ver no vídeo, o réptil prostrado frente ao inimigo, de cabeça hirta e sem intenções de atacar, chamou a atenção de peritos em resgates de cobras.
O que lhes chamou mais a atenção foi a sua postura e falta de stresse, para quem as conhece, seriam de iminente ataque, o que não aconteceu. Pela inacção do réptil deduzem que estaria ali em estado de “súplica” e não para um confronto de morte.
Naturalmente morreria se não fosse decidido experimentar dar água. Dentro dos parâmetros de segurança, um dos experientes segurava a cauda e o outro, com um gancho de captura como defesa, dava-lhe de beber pela garrafa; tal animal de estimação.
O insólito encontro a…
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O Poder do Silêncio
Chegou o tempo de acabar o longo silêncio neste blogue; finalizou a viagem para entender a muita berraria, vingança, atropelo, desrespeito (…), neste quotidiano viver que agora termina, numa lição de vida - mais uma.

Agora somos o instante, logo não o seremos.

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Agora somos corpos refletidos, logo não o seremos.
Foram anos a vê-lo ali, de cigarro na boca, a olhar para quem passava defronte da sua montra, com chuva ou sol, frio ou calor aquele pedaço de passeio era dele e dos interessados no material que vendia. Ali se manteve fiel ao negócio até ao dia da notícia... É simples...naquele passeio do meu quotidiano, de um dia para o outro, desapareceu a sombra que o ocupava… Dos corpos saem negros perfis, nos espaços onde pousam, a luz desenha e divide-os em pequenas ou grandes sombras, de trás para a frente acompanham o solitário caminhar do Ser que, por vezes, de tão distraído que anda, nem dá conta da sua e de outras presentes silhuetas. Quando as olha se assusta, aterroriza ou maravilha-se dando conta do que agora somos, negros quadros saídos da luz, logo não o seremos.

Novo Ano

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Entrados no novo ano, é meu desejo que Vós, seguidores deste blogue “O Meu Quotidiano”, e leitores passantes, estejais bem ou melhor do que eu, pelo menos é sincero o que acabo de desejar.

Silêncio em O Meu Quotidiano

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Os prolongados silêncios, emO Meu Quotidiano, não são falta de ideias do autor, pois estas abundam no seu dia-a-dia, são estádios de vida a atormentarem o seu espírito, afastando-o do seu quotidiano viver. São também consequências de convites, à participação literária noutros locais, que o desviam deste idealizado lugar de conversas entre pensador e leitor. Sucedem por isso estas devidas justificações. Não que lhe tenham chegado semelhantes pedidos, estas acontecem pelo respeito de este para com os outros.
O País e Mundo, relações e família são objeto dos vários interregnos na escrita. O autor vive momentos incertos, por muito que só pense no exato, é-lhe difícil conjugar ideias e um místico desassossego. É Portugal que vive um dos seus piores marcos da História, por via de uma idealizada crise monetária e Social. O restante Mundo segue em espiral catastrófico, guerras, raiva e mais pobreza. Familiarmente, uma corrente de novos tempos, o concentram em adaptações de vida. Afastou-se da…

Medos Que Nos Fizeram Ser, o Que Não Quereríamos Ser.

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Condicionamos o Nosso futuro nos internos medos; medo de Ser, medo de exposição, medo de começar, medo de continuar, (…), na maior das vezes, empíricos do comportamento humano. Nas causas sociais, familiares ou económicas, perdemos vontades, gostos, sonhos, quando concluímos, os “nãos” e “Ses”. 
É no amanhã que descobrimos as Nossas verdadeiras apetências de Vida, aquelas que renegamos, uma perdida enjeitada, nos medos que Nos fizeram Ser, o que não quereríamos Ser.

Surpreendentemente Interromperam-me a Leitura

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É comum encontrarmos,hoje,na quotidiana sociedade, comportamentos de grupos com várias tendências, umas mais que outras, que apelidamos de “gangs”.Escrevo sobre um desses protagonistas; os "gunas", (significado). Associados há baixa classe social, desalinhados, bastante ruidosos, na maioria das vezes ameaçadores à restante comunidade, (…), no melhor podem surpreender, positivamente, interrompendo mesmo alguns rituais, como a leitura de um livro, (…).